TIPOS E GRUPOS DE FIBROMIALGIA.

Primário: o paciente apresenta dor musculoesquelética generalizada e múltiplos pontos sensíveis, mas não há evidência clínica de outra doença que possa explicar esses sintomas.
Concomitante: a fibromialgia apresenta ao mesmo tempo outra condição que só pode explicar parcialmente os sintomas. Por exemplo, em um paciente com osteoartrite, o sintoma da dor localizada pode ser explicado, mas não a dor difusa.

Secundário: quando ocorre uma doença reumática, imunológica ou infecciosa, por exemplo, e a fibromialgia também ocorre.

Graus de Fibromialgia:

Grau 1: a pessoa tem sintomas ocasionais ou oscilantes sem limitação significativa na vida profissional e nas atividades do cotidiano. Somente apresenta limitações funcionais em alguns momentos de sua atividade, especialmente quando sobrecarrega esforços físicos ou mentais. Ele permite fazer uma vida normal: com algumas limitações. Pode ser necessário adaptar certos aspectos no local de trabalho para evitar sobrecargas ou atividades muito longas. AFFECTION VITAL: MILD. Escalas clínicas de avaliação com escores inferiores a 50%. Sem interferência com o trabalho.

Grau 2: presença de fadiga mais persistente. Ocasionalmente, pode ser intenso. É necessário reduzir a atividade de trabalho, bem como as intensas atividades domésticas, pessoais ou sociais da pessoa. Pode exigir ausências de trabalho temporário e provavelmente mudança de posição ou redução de horas de trabalho. Pode exigir assistência para o desempenho de atividades ou tarefas intensas. Todos os tipos de atividade da pessoa que são reduzidos para 50% de sua capacidade normal. AFFECTION VITAL: MODERADO. Escalas clínicas de avaliação entre 50 e 75%. Interferência com a função ou o trabalho (perda parcial de atividade).

Grau 3: a fadiga é marcada e intensa a cada momento. Não permite executar qualquer tipo de atividade que seja minimamente intensa ou contínua. Isso afeta todos os aspectos da vida do trabalhador, doméstico e de lazer. Não é compatível com uma atividade de trabalho regular. As atividades só podem ser realizadas em períodos curtos (quase sempre menos de 30 minutos seguidos). A autonomia e as atividades são limitadas a 80%. EFEITOS VITUAIS: INTENSE (SEVERE) Escadas clínicas de avaliação superiores a 75% Interferência marcada com função ou trabalho (impossibilidade de realizar atividade, trabalho ou situação de licença por doença devido a deficiência).

Grau 4: Fadiga extrema. Isso requer a ajuda de outras pessoas, mesmo para atividades pessoais básicas e perde temporariamente a autonomia. Nesta fase, pode haver uma situação de dependência e uma grande necessidade de ajuda. Isso coincide com períodos de exacerbação de sintomas da doença. Normalmente não é uma situação fixa ou permanente. O paciente consegue fazer apenas esforços mínimos. Ele está na cama ou em um sofá todos os dias. A autonomia é limitada a 100%.

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